CAFEÍNA E SEUS BENEFÍCIOS LIGADOS À ATIVIDADE FÍSICA

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A cafeína é uma das substancias mais popularmente consumida no mundo, é um estimulante utilizado para fornecer aporte concentrado de energia. Um de seus objetivos é combater a fadiga estimulando o sistema nervoso central. Esta substância presente em bebidas, alimentos e em muitos suplementos estimulantes e para perda de peso é uma das mais ingeridas no mundo.

Seu efeito lipotrófico – emagrecedor – está associado à liberação do hormônio catabólico adrenalina. É creditada a ela também a responsabilidade por inibir a fadiga mental e aumentar o desempenho físico.

Cafeína, como ela age em nosso corpo?

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A cafeína é uma das substâncias mais antigas que foi descoberta pelo homem. Ela tem um forte efeito social e substituiu bebidas mais fortes, que eram usadas em encontros importantes. Por isso, sempre houve um certo fascínio por sua utilização. Hoje sabemos que ela pode ser uma substância muito importante para uma série de situações. Tanto que grande parte dos suplementos usados para aumentar a lipólise (termogênicos) e para dar mais disposição durante o treino, são feitos à base de cafeína.

Por décadas, pesquisadores têm investigado o potencial ergogênico da cafeína para melhorar o desempenho dos atletas. A cafeína, classificada e reconhecida como estimulante moderado, é consumida por muitos atletas para o propósito de estimular o atletismo. Os resultados de vários estudos tem consistentemente sugerido que a cafeína é um recurso ergogênico para atividades cardiovasculares, e em exercícios de alta intensidade.

Segundo Heckman et al. (2010) a cafeína pode ser classificada como sendo uma substância lipossolúvel, que tem como característica ser de rápida absorção pelo trato gastrointestinal, com 100% de biodisponibilidade para o organismo. O seu pico de concentração plasmática ocorre entre 30 e 120 minutos (Guerra e Guerra, 2006). A vida plasmática da cafeína dura entre 3 e 7 horas (Barbosa et al., 2008).

A cafeína possui mecanismos específicos de ação central e periférica que são capazes de desencadear importantes alterações metabólicas e fisiologias, resultando na melhora do desempenho em atividades físicas. Foram observados efeitos da cafeína mais consistentes e revelaram que pode aumentar o tempo de duração de atividades físicas até a exaustão durante o exercício. Há também certos estudos que sugerem que a cafeína melhora certos aspectos da função neuromuscular, e com relação à força muscular, estudos mostram que há um aumento de força muscular acompanhado de uma maior resistência ao processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína.

Uma teoria subjacente mostra o efeito ergogênico da cafeína na inibição da quebra do glicogênio muscular. Além disso, sugere-se, mas não claramente estabelecido na literatura, que a cafeína aumenta a performance de resistência, aumentando a liberação de adrenalina no sangue, estimulando a liberação de ácidos graxos livres do tecido adiposo. Os músculos que trabalham, usam essa gordura extra no início do exercício, reduzindo a necessidade de usar o glicogênio muscular.

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Benefícios da Cafeína

▪ Muitas pessoas utilizam os suplementos a base de cafeína para melhorar o rendimento nos treinos e competições.

▪ Efeito estimulante que aprimora o foco, a concentração e os níveis de energia, estimulando o funcionamento cardiovascular;

▪ Melhora da performance;

▪ Aumento da força e da energia disponível;

▪ Inibe o apetite;

▪ Atua na mobilização do cálcio muscular, promovendo a duração da contração muscular, o que favorece o desempenho em exercícios de alta intensidade e de curta duração.

▪ É considerada um agente termogênico, pois ajuda a acelerar o metabolismo e a velocidade com que o corpo queima calorias.

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Referências bibliográficas:

Armstrong, L.E. Caffeine, body fluid-electrolyte balance, and exercise performance. International Journal of Sport Nutrition and Exercise metabolism. 12, 189-206. (2002)

Graham, T.E. Caffeine and exercise: Metabolism, endurance and performance. Sport Medicine, 31 (11): 785 – 807. (2001)

Spriet, L.L. Caffeine and performance: International Journal of Sport Nutrition, 5: S84 – S99. (1995)

 

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